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Lagoa Grande, Minas Gerais, Brazil
"Ser catequista é ser jardineiro de gente”. Catequizar, portanto, é isso, cuidar da planta da fé que nasce do jardim de Deus, cujos jardineiros somos nós catequistas, pais, sociedade e Pároco. Catequizar é uma arte... seja você um artista!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

É PROIBIDO

É Proibido

''É proibido chorar sem aprender. Levantar-se um dia sem saber o que fazer. Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas. Não lutar pelo que se quer. Abandonar tudo por medo. Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor. Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos. Não tentar compreender o que viveram juntos. Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas. Fingir que elas não te importam. Ser gentil só para que se lembrem de você. Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo. Não crer em Deus e fazer seu destino. Ter medo da vida e de seus compromissos. Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar. Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram. Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas. Pensar que as vidas deles valem mais que a sua. Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história. Deixar de dar graças a Deus por sua vida. Não ter um momento para quem necessita de você. Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade. Não viver sua vida com uma atitude positiva. Não pensar que podemos ser melhores. Não sentir que sem você este mundo não seria igual''.

(Pablo Neruda)

Receita Para Eliminar Manchinhas da Alma

Ingredientes:

1 litro de ternura
1 litro de óleo concentrado de paciência
1 quilo de perdão em pó
1 litro de essência de amizade
2 litros de bom-humor
3 litros de extrato concentrado de solidariedade humana
1 litro de esperança
2 litros de tolerância
10 pitadas de sorrisos espontâneos
2 litros de essência de Amor Universal
1 folha de papel de carinho do seu tamanho.

Modo de Fazer:

Misture o amor, o perdão e os sorrisos espontâneos no caldeirão que se encontra no fundinho do seu coração.

Passe os outros ingredientes por uma peneira bem grossa e adicione-os aos do caldeirão.

Leve o caldeirão ao fogo alto da sua bondade, mexendo sempre até alcançar o ponto de pasta cremosa. Deixe a pasta esfriar, até ficar morninha.

Abra a folha de papel de carinho e besunte-a com a pasta.

Deite-se sobre a folha de papel de carinho e enrole-se nela.

Suspire bastante, profundamente.

Relaxe.

Pense em momentos alegres que fizeram com que você risse sonoramente.

Pense naqueles outros que fizeram com que você se derretesse de ternura.

Sinta o gosto de mel de abelhas .

Sinta o perfume das flores que você acha bonitas..

Sinta a temperatura de uma noite de verão estrelada.

Ouça a música alegre do rouxinol.

Mantenha o seu coração pleno de emoções boas.

Aguarde até que a pasta cremosa e a folha de papel de carinho tenham sido completamente absorvidas.

Resultado:

Você perceberá que todas aquelas manchinhas que o(a) aborreciam em relação ao próximo, ao bem-conviver, terão desaparecido.

Caso uma ou outra persista, repita a receita .

Elas desaparecerão por completo e

VOCÊ será FELIZ

(Desconheço o Autor)

 

domingo, 26 de junho de 2011

ADEUS A DIULLY

Homenagem da Catequese de Lagoa Grande
 Diully, você foi morar com DEUS e nos deixou, sabemos que ELE precisa de você aí no céu. Rezaremos sempre por você, pedimos  que você   rogue por nós aqui na terra.
Você é um anjinho! Sentimos saudade de você, da sua humildade, do seu sorriso e da sua companhia. Nunca esqueceremos de você...
Anjinho de candura... Doi muito a sua perda ... sabia?

sábado, 25 de junho de 2011

FOTOS CORPO DE DEUS

CORPUS CHRISTI
Os católicos lagoagrandenses comemoram no dia 24/06 a grande festa do Corpo de Deus na Igreja Matriz de São Sebastião, houve celebração da Santa Missa e Procissão. As ruas foram enfeitadas com as camisetas da catequese, as quais serão entregues em Missa Solene onde serão apresentados os Padrinhos de Oração de cada Grupo. Estamos ansiosos em conhecer os padrinhos de oração e recebermos as camisetas para melhor identificação dos catequizandos nas celebrações. Nossa catequese está de Parabéns!.. Somos um grupo unido e trabalhamos na unidade.








terça-feira, 14 de junho de 2011

SANTÍSSIMA TRINDADE 2

Crisma: O mistério da Santíssima Trindade
O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem nos revelou este mistério. Ele falou do Pai, do Espírito Santo e d'Ele mesmo como Deus. Logo, não é uma verdade inventada pela Igreja, mas revelada por Jesus. Não a podemos compreender, porque o Mistério de Deus não cabe em nossa cabeça, mas é a verdade revelada
Então, a raiz da árvore comumente fica escondidinha embaixo da terra, e alimenta e fortalece a árvore, é a base da planta; o tronco sustenta a árvore e é o caminho dos alimentos até as folhas, e essas, pos sua vez, em contato com a luz solar transforma este alimento em energia e força para a planta, gerando flores que se transformam em frutos.
Aqui podemos entender melhor nossa comparação com a Trindade de Deus: 
O Pai é o criador, aquele que sustenta e dá vida, como a raiz de uma árvore. Sem a raiz a árvore não vive.
O Filho, é o que salva a vida. Ele é o nosso caminho para Deus e caminho de Deus para nós, como o tronco de uma árvore, que serve de apoio e caminho dos alimentos.
O Espírito Santo é quem fortalece e faz o cristão produzir frutos, como as folhas, que em contato com o sol, transformam os alimentos em energia, fostalecendo a árvore para que ela dê frutos, e consequentemente, sementes.
Raiz, tronco e folhas formam a árvore. PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO formam a TRINDADE. Uma árvore pode dar como frutos, laranjas, maçãs, peras e muitos outros frutos... Os frutos da Trindade são o amor, a paz, a caridade e outros mais.
Podemos ainda dizer que como a árvore necessita da luz solar para produzir parte de seu alimento, que sem isso ela fica murcha, fraca e sem vida; nós também precisamos de luz para mantermos viva nossa fé, e obtemos essa luz através da oração, da leitura da bíblia... Mesmo que não alimentemos nossas folhas, a raiz consegue seu alimento também na terra e na água... percebemos então que não é a raiz que precisa das folhas, tanto quanto elas precisam da raiz! Quanto mais profunda e expandida a raiz, mas galhos e folhas a árvore cria. Deus está sempre lá, nos sustentando, e quando não enviamos nossa energia atrávez da oração e outras formas de alimento, Ele continua enviando para nós o seu amor através de Jesus... como a planta que absorve da água e tira da terra seus nutrientes para fortalecer as folhas... E Jesus é o tronco, que nos leva ao Pai e o Pai até nós... E mesmo quando não cumprimos nossa parte, Ele continua enviando da raiz os nutrientes para nos manter vivos...
Quando nós alimentamos nossas folhas, produzimos lindas flores, que depois de encantar com a beleza, presenteia com frutos, que por sua vez, quando bem aproveitados, dão sementes!

Que possamos sempre, sempre alimentar nossas folhas, fortalecendo o Pai, o Filho e o Espírito Santo em cada um de nós! Amém?!  Amém!

Abraços carinhosos de Cida e Beatriz



domingo, 12 de junho de 2011

SANTÍSSIMA TRINDADE 1

Santíssima Trindade
Só existe um Deus, mas n'Ele há três Pessoas divinas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo
O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem nos revelou este mistério. Ele falou do Pai, do Espírito Santo e d'Ele mesmo como Deus. Logo, não é uma verdade inventada pela Igreja, mas revelada por Jesus. Não a podemos compreender, porque o Mistério de Deus não cabe em nossa cabeça, mas é a verdade revelada.
Santo Agostinho (†430) dizia que: “O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão” (A Trindade, 15,26,47).
Só existe um Deus, mas n'Ele há três Pessoas divinas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Não pode haver mais que um Deus, pois este é absoluto. Se houvesse dois deuses, um deles seria menor que o outro, e Deus não pode ser menor que outro, pois não seria Deus.
A Trindade é Una. “Não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas: “A Trindade consubstancial” (II Conc. Constantinopla, DS 421). “O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus por natureza” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). “Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina” (IV Conc. Latrão, em 1215, DS 804).
A Profissão de Fé do Papa Dâmaso diz: “Deus é único, mas não solitário” (Fides Damasi, DS 71). “Pai”, “Filho”, “Espírito Santo” não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: “Aquele que é Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). São distintos entre si por suas relações de origem: “É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede” (IV Conc. Latrão, e, 1215, DS 804).
A Igreja ensina que as Pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a unidade divina, a distinção real das Pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras:
“Nos nomes relativos das Pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três Pessoas, considerando as relações, crê-se todavia em uma só natureza ou substância” (XI Conc. Toledo, DS 675). “Tudo é uno [n'Eles] lá onde não se encontra a oposição de relação” (Conc. Florença, em 1442, DS 1330). “Por causa desta unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho” (Conc. Florença, em 1442, DS 1331).
Aos Catecúmenos de Constantinopla, S. Gregório Nazianzeno (330-379), “o Teólogo”, explicava:
“Antes de todas as coisas, conservai-me este bem depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar-vos na água e vos tirar dela. Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe Una nos Três, e que contém os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe [...]. A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um considerado em si mesmo é Deus todo inteiro [...]. Deus os Três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade, e a Trindade me banha em Seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a unidade toma conta de mim (Or. 40,41).
O primeiro Catecismo, chamado "Didaqué", do ano 90 dizia:
"No que diz respeito ao Batismo, batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo em água corrente. Se não houver água corrente, batizai em outra água; se não puder batizar em água fria, façais com água quente. Na falta de uma ou outra, derramai três vezes água sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Didaqué 7,1-3).
São Clemente de Roma, Papa no ano 96, ensinava: "Um Deus, um Cristo, um Espírito de graça" (Carta aos Coríntios 46,6). "Como Deus vive, assim vive o Senhor e o Espírito Santo" (Carta aos Coríntios 58,2).
Santo Inácio, bispo de Antioquia (†107), mártir em Roma, afirmava: "Vós sois as pedras do templo do Pai, elevado para o alto pelo guindaste de Jesus Cristo, que é a sua cruz, com o Espírito Santo como corda" (Carta aos Efésios 9,1).
"Procurai manter-vos firmes nos ensinamentos do Senhor e dos Apóstolos, para que prospere tudo o que fizerdes na carne e no espírito, na fé e no amor, no Filho, no Pai e no Espírito, no princípio e no fim, unidos ao vosso digníssimo bispo e à preciosa coroa espiritual formada pelos vossos presbíteros e diáconos segundo Deus. Sejam submissos ao bispo e também uns aos outros, assim como Jesus Cristo se submeteu, na carne, ao Pai, e os apóstolos se submeteram a Cristo, ao Pai e ao Espírito, a fim de que haja união, tanto física como espiritual" (Carta aos Magnésios 13,1-2).
São Justino, mártir no ano 151, escreveu essas palavras ao imperador romano Antonino Pio: "Os que são batizados por nós são levados para um lugar onde haja água e são regenerados da mesma forma como nós o fomos. É em nome do Pai de todos e Senhor Deus, e de Nosso Senhor Jesus Cristo, e do Espírito Santo que recebem a loção na água. Este rito foi-nos entregue pelos apóstolos" (I Apologia 61).
São Policarpo de Esmirna, que foi discípulo de S. João evangelista, mártir no ano 156, declarou: "Eu te louvo, Deus da Verdade, te bendigo, te glorifico por teu Filho Jesus Cristo, nosso eterno e Sumo Sacerdote no céu; por Ele, com Ele e o Espírito Santo, glória seja dada a ti, agora e nos séculos futuros! Amém" (Martírio de Policarpo 14,1-3).
Teófilo de Antioquia, ano 181, confirmou: "Igualmente os três dias que precedem a criação dos luzeiros são símbolo da Trindade: de Deus [=Pai], de seu Verbo [=Filho] e de sua Sabedoria [=Espírito Santo]" (Segundo Livro a Autólico 15,3).
S. Irineu de Lião, ano 189, afirmou: "Com efeito, a Igreja espalhada pelo mundo inteiro até os confins da terra recebeu dos apóstolos e seus discípulos a fé em um só Deus, Pai onipotente, que fez o céu e a terra, o mar e tudo quanto nele existe; em um só Jesus Cristo, Filho de Deus, encarnado para nossa salvação; e no Espírito Santo que, pelos profetas, anunciou a economia de Deus [...]" (Contra as Heresias I,10,1).
"Já temos mostrado que o Verbo, isto é, o Filho esteve sempre com o Pai. Mas também a Sabedoria, o Espírito estava igualmente junto d'Ele antes de toda a criação" (Contra as Heresias IV,20,4).
Tertuliano, escritor romano cristão, no ano 210: "Foi estabelecida a lei de batizar e prescrita a fórmula: 'Ide, ensinai os povos batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo'" (Do Batismo 13).
E o Concílio de Nicéia, ano 325, confirmou toda essa verdade:
"Cremos [...] em um só Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, nascido do Pai como Unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial com o Pai, por quem foi feito tudo que há no céu e na terra. [...] Cremos no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou pelos Profetas" (Credo de Nicéia).
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 9 de junho de 2011

ASCENÇÃO DE JESUS AO CÉU

Papa explica mistério da Ascensão de Jesus ao Céu
A Ascensão de Jesus ao Céu, explica o Papa Bento XVI, é um mistério da fé cristã. Jesus sai da terra em direção ao Céu diante dos olhos dos discípulos, este é seu último ato terreno depois da Ressurreição. Jesus sai fisicamente da história humana para entrar fisicamente no Reino de Seu Pai.
“Na Ascensão de Cristo ao Céu, o ser humano entra numa nova intimidade com Deus, sem precedentes. O homem encontra agora, e para sempre, espaço em Deus. O 'Céu' não é um lugar sobre as estrelas, mais uma coisa muito mais ousada e sublime: é o próprio Cristo, a Pessoa divina que acolhe plenamente e para sempre a humanidade, Aquele no qual Deus e o homem estão inseparavelmente unidos para sempre”, disse o Papa em 2009. 
O dinamismo da Ascensão não pode se opor ao dinamismo da Encarnação, quando o Filho de Deus abriu pela primeira vez - com sua vinda para o meio dos homens - a comunicação entre o Céu e a terra.
O Pontífice esclarece que Cristo, de fato, veio ao mundo para levar o homem a Deus, não sob o plano ideal – como um filósofo ou um mestre da sabedoria – mas realmente, como um pastor que quer reconduzir as ovelhas ao aprisco.
“Este 'êxodo' para a Pátria Celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, foi totalmente dirigido para nós. É porque Ele desceu dos Céus e, por nós, ascendeu, depois de se fazer em tudo semelhante aos homens, humilhado até a morte na cruz e depois de tocar o abismo do máximo afastamento de Deus”, disse o Santo Padre na oração do Regina Coeli, em 4 de maio de 2008.
A Ascensão é, assim, a estrada oposta ao afastamento de Deus. Por ela, Jesus se coloca ao lado do Pai. Todavia, elucida Bento XVI, a Ascensão não é uma “temporária ausência do mundo”, pois Jesus prometeu que ficaria ao lado da humanidade para sempre. Assim, a Ascensão é a indicação de uma direção, a trajetória na qual todos são chamados.
“O Senhor dirige o olhar dos apóstolos para o Céu para indicar a eles como percorrer a estrada do bem durante a vida terrena. Ele, entretanto, permanece na trama da história humana, está próximo a cada um de nós e guia nosso caminho cristão: é companheiro dos perseguidos por causa da fé, está no coração daqueles que são marginalizados, está presente junto aqueles aos quais foi negado o direito à vida”, salientou o Santo Padre, na oração do  Regina Coeli, de 16 de maio de 2010.
Mas a Ascensão coloca em destaque outra realidade: a transcendência da Igreja. Enquanto constrói o Reino de Deus sob a terra, a Igreja marcha para o seu destino.
“A Igreja não nasceu e não vive para suprir a ausência do Senhor 'desaparecido', mas ao contrário, encontra razão ao seu ser e a sua missão na permanente, mesmo que invisível, presença de Jesus - uma presença operante, mediante a potência do seu Espírito”, ressaltou o Papa.
Em outros termos, explica ainda o Pontífice, pode-se dizer que a Igreja não desenvolve a função de preparar o retorno de Jesus 'ausente', mas ao contrário, vive e opera para proclamar a 'presença gloriosa' de  maneira histórica e existencial.
Rádio Vaticano (Tradução: equipe CN Notícias)

COISAS QUE MUITAS VEZES ESQUECEMOS

COISAS QUE MUITAS VEZES ESQUECEMOS

Os Sete Pecados Capitais
(Eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo)
. Gula
. Avareza
. Soberba
. Luxúria
. Preguiça
. Ira
. Inveja
As Sete Virtudes
(para combater os pecados capitais)
. Temperança   (gula)
. Generosidade  (avareza)
. Humildade   (soberba)
. Castidade   (luxúria)
. Disciplina   (preguiça)
. Paciência   (ira)
. Caridade   (inveja) 
Os Sete dias da Semana e os 'Sete Planetas' Os dias, nos demais idiomas - com excessão da língua portuguesa , mantém os nomes dos sete corpos celestes conhecidos desde os babilônios: 
. Domingo   - dia do Sol
. Segunda   - dia da Lua.
. Terça      - dia de Marte
. Quarta     - dia de Mercúrio
. Quinta    - dia de Júpiter
. Sexta      - dia de Vênus
. Sábado    - dia de Saturno
As Sete Cores do Arco-Íris:
Na mitologia grega, Íris era a mensageira da deusa Juno. Como descia do céu num facho de luz e vestia um xale de sete cores, deu origem à palavra arco-íris. A divindade deu origem também ao termo íris, do olho.
. Vermelho
. Laranja
. Amarelo
. Verde
. Azul
. Anil
. Violeta